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Estação Ferroviária

Valério

Restam apenas vestígios junto ao rio Macacu — uma antiga casa de turma da Leopoldina e a plataforma da parada — em área hoje procurada por banhistas.

A estação de Valério não tem data de inauguração conhecida.

"Seguindo pelo antigo leito, rumei em direção à parada de Valério, com o tubo da Cedae sempre presente. Após atravessar uma ponte e andar cerca de dois quilômetros, me deparo com uma casa com as iniciais: EFL - D. V. P. (Leopoldina - Divisão de Via Permanente, ou seja, uma casa de turma da ferrovia). Cerca de cem metros à frente, atravesso mais uma ponte — o rio Macacu desce a serra serpenteando o antigo leito da ferrovia — e encontro uma plataforma, já no bairro do Valério. São os restos mortais da parada. O local pacato é muito procurado por banhistas no verão graças às águas cristalinas do rio Macacu" (Cleiton Pieruccini, outubro de 2008).

📷 Fotos

Antiga ponte ferroviária logo após a parada de Valério.

Antiga ponte ferroviária logo após a parada de Valério.

Foto Cleiton Pieruccini, outubro de 2008

Antiga casa de turma da Leopoldina, hoje murada.

Antiga casa de turma da Leopoldina, hoje murada.

Foto Cleiton Pieruccini, outubro de 2008

A plataforma da antiga parada de Valério.

A plataforma da antiga parada de Valério.

Foto Cleiton Pieruccini, outubro de 2008

Ficha Técnica

Linha

E. F. do Cantagalo (n/d-1887) / E. F. Leopoldina (1887-1973)

Quilometragem

km 118,637

Inauguração

Não documentada

Uso atual

Abandonada

Fotos e relatos históricos cedidos por colaboradores do site Estações Ferroviárias do Brasil, créditos individuais indicados em cada foto.